Virada Cultural de São Paulo traz centenas de atrações neste domingo

Reportagem Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

Arquivo / Agência Brazsil
Arquivo / Agência Brazsil

A Virada Cultural na capital paulista segue com centenas de atrações neste domingo (21). Nando Reis, Fafá de Belém, Erasmo Carlos, Lô Borges, Emicida, Caetano Veloso e a banda Ira! são alguns dos destaques da programação.

No palco Júlio Prestes, na região da Luz, no centro, Nando Reis se apresenta ao meio-dia, seguido de Emicida, Martinho da Vila e João Donata, às 15h, e Caetano Veloso, às 18h, que faz o show de encerramento da Virada 2015.

No Theatro Municipal, as apresentações ficam por conta de Fafá de Belém, às 12h, e a banda Ira!, às 18h. No palco São João, que faz homenagem à Jovem Guarda, terão vez Erasmo Carlos, às 10h, Martinha, às 12h, Golden Boys, às 14h, e Wanderléa, às 16h.

No palco Barão de Limeira apresentam-se Ná Ozzeti, às 11h, Wagner Tiso e Tunai, às 13h, e Lô Borges, às 15h.

A Virada Cultural foi aberta na noite de ontem (20), às 18h, com uma homenagem a Inezita Barroso, no palco República, no centro. A Orquestra Paulistana de Viola de Caipira atraiu centenas de pessoas que lotaram o espaço destinado à atração. Os principais sucessos da apresentadora e pesquisadora musical, como a canção Lampião de Gás, foram lembrados.

As bandas Matuto Moderno, que mescla música de raiz com rock, Índio Cachoeira e Favoritos do Catira começaram sua apresentação por volta da meia-noite e também prestaram homenagem a Inezita. “A gente está muito feliz em poder fazer essa homenagem para Inezita, porque ela foi uma batalhadora para essa cultura paulista. Ela foi uma guerreira. Se não fosse ela muita gente não seria conhecido na televisão”, disse o compositor do Matuto Moderno, Ricardo Vignini.

No Vale do Anhangabaú, no palco Pedro Lessa, o Sarau Afro Mix apresentou músicas e a produção poética presente na coletânea Cadernos Negros. Os integrantes se revesaram ao cantar e recitar poemas. A maioria deles de cunho social e racial. “Chega de morte de negros na periferia. A culpa sempre é de uma bala perdida”, declamou uma das componentes do grupo.

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