Furacão Laura deixa 4 mortos em Louisiana, nos Estados Unidos

O furacão Laura chegou em Louisiana, nesta quinta-feira (27), destruindo edifícios em cidades pequenas do extremo sudoeste do estado norte-americano e matando quatro pessoas atingidas por quedas de árvores sobre suas casas, informaram autoridades. Os danos provocados até agora, no entanto, são menores do que os meteorologistas haviam previsto.
Uma adolescente de 14 anos de Leesvile, que morreu quando uma árvore caiu sobre sua casa, foi uma das vítimas do furacão, disse uma porta-voz do governador John Bel Edwards.

Posteriormente o governador disse, em uma entrevista coletiva, que outras três pessoas morreram quando suas casas também foram atingidas por árvores.

Uma usina química pegou fogo, após a passagem do Laura por Westlake, situada 6,4 quilômetros a oeste de Lake Charles, em Louisiana, lançando uma coluna de fumaça negra e espessa no céu da paisagem assolada por ventos perto da rodovia interestadual 10.

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De acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC), o Laura tocou o solo pouco antes da 1h, como uma tempestade de categoria 4, com ventos de 240 km/h na pequena cidade de Cameron, em Louisiana.

Ele regrediu rapidamente para uma tempestade de categoria 1 na manhã desta quinta-feira, com ventos contínuos máximos de 120 km/h, e desde então se tornou uma tempestades tropical.

O NHC alertou para uma elevação persistente do nível das águas ao longo da Costa do Golfo dos EUA enquanto o Laura estiver rumando para o Norte e o Nordeste.

Pete Gaynor, administrador da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (Fema), disse à rede Fox News que a agência fará avaliações de danos de tempestade nesta quinta-feira e que tem recursos para reagir à tempestade agora, acrescentando que espera ver danos consideráveis dos ventos e estragos em edifícios.

Uma vista de linhas de transmissão danificadas após o furacão Laura passar por Starks, Louisiana, EUA, 27 de agosto de 2020. REUTERS / Ernest Scheyder
Linhas de transmissão danificadas em Starks, Louisiana – REUTERS / Ernest Scheyder

 

 

Fonte: Agência Brasil

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