Boletim sobre comércio exterior mostra principais destinos dos produtos de Ribeirão Preto e região

No município de Ribeirão Preto a Colômbia ganhou importância como mercado importador enquanto que na região administrativa do município Nigéria se destacou nos últimos 12 meses
Vetor : freepik.com
Vetor : freepik.com

Países como Venezuela e Argentina tem perdido relevância nas exportações de Ribeirão Preto nos últimos três anos enquanto Colômbia apresentou crescimento. Já na Região Administrativa de Ribeirão Preto quem perdeu espaço foram Estados Unidos e Holanda enquanto Nigéria e China ampliaram suas participações.

Estas são algumas das conclusões do Boletim Comércio Exterior elaborado pelos pesquisadores do CEPER/Fundace com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O levantamento compara o desempenhos das exportações para principais destinos nos últimos 12 meses (até maio de 2016) com os mesmos períodos de anos imediatamente anteriores. O estudo aponta quais os principais mercados importadores de produtos do município de Ribeirão Preto e sua região administrativa bem como do Estado de São Paulo e nacional.

Os pesquisadores afirmam no boletim que, no atual cenário de crise interna, as exportações seriam uma importante alternativa à queda na desaceleração do mercado consumidor interno. Por outro lado, eles classificam o cenário internacional como fraco e incerto, sem força para    estimular o crescimento da economia brasileira. “Para que a demanda externa possa ser um motor importante do crescimento, é fundamental que o câmbio do dólar permaneça em um nível entre R$ 3,50 e R$ 4,00”, afirma o coordenador do boletim, Luciano Nakabashi, professo do Departamento ode Economia da FEA-RP/USP.

Brasil – O boletim mostra também que em nível nacional as exportações brasileiras nos últimos 12 meses apresentaram em todos os principais mercados, incluindo China, Estados Unidos e Argentina. No Estado de São Paulo, as exportações para Estados Unidos se mantiveram estáveis nos últimos três anos enquanto as vendas para a Argentina se estabilizaram no patamar de R$ 6 bilhões no último ano após apresentar queda de 2014 para 2015.

Fonte: OPA Assessoria em Comunicação

Reportagem:Daniel Navarro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *